Publicação do pedido de patente
#3.1
03/03/2026
RPI 2878
Dados do pedido
Número
102024016960Tipo
Depósito
Publicação
O exame técnico ainda não foi requerido. Sem esse requerimento até 19/08/2027, o pedido é arquivado em definitivo (art. 33 da LPI).
Prazo para requerer o exame:19/08/2027(faltam 360 dias)
Última movimentação publicada pelo INPI: 03/03/2026. Atualizamos a cada nova RPI, publicada semanalmente.
Depositantes
U. P. (pessoa física)
PA, BR
Inventores
A. S. (pessoa física)
BR
D. J. (pessoa física)
BR
I. R. (pessoa física)
BR
J. S. (pessoa física)
BR
W. F. (pessoa física)
BR
Classificação IPC
Resumo técnico
FLUTUADOR FOTOVOLTAICO DE MIRITI (MAURITIA FLEXUOSA L. F.). A palmeira de miriti (Mauritia flexuosa L. f.) é uma espécie amplamente utilizada na região amazônica conhecida pelo uso de suas fibras no artesanato, para a confecção de brinquedos de miriti, uma prática bicentenária, herança indigena, reconhecida pelo Instituto do Patrimônio Histórico Nacional (IPHAN), como um dos elementos estruturantes do Círio de Nazaré, e como patrimônio cultural imaterial do Estado do Pará pela Lei 7.433/2010. Contudo, a desvalorização financeira dessa prática ainda reflete negativamente na vida dos produtores locais, que apresentam dificuldades no desenvolvimento dessa atividade como forma de subsistência. Nesse contexto, a presente invenção foi desenvolvida por meio do projeto intitulado Empreendedorismo ribeirinho e bioeconomia para o desenvolvimento sustentável na Amazônia, beneficiado pelo Programa Eixo Transversal 2023, via edital da Pró-Reitoria de Extensão (PROEX) da UFPA. O modelo para o qual a patente foi requisitada consiste em um flutuador que serve como suporte para módulos fotovoltaicos, elaborado a partir da fibra do miriti com um método de fabricação simples, como alternativa de substituição ou redução de plásticos utilizados na construção da estrutura flutuante de modelos comerciais. Para a construção do flutuador, o material foi obtido a partir do pecíolo da palmeira de miriti, no qual as fibras foram agrupadas e fixadas para formar blocos, utilizando a técnica de Laminação Manual, seguido do revestimento com resina naval, para maior durabilidade. A estrutura foi submetida a testes e análise computacional para avaliação da resistência física do material. Dessa forma, a invenção desenvolvida caracteriza-se como um produto potencial para agregar valor à cadeia produtiva do miriti, beneficiando as comunidades da região amazônica e impulsionando o crescimento de tecnologias sustentáveis.
Publicações na Revista da Propriedade Industrial (RPI).
#3.1
03/03/2026
RPI 2878
#2.1
26/11/2024
RPI 2812
#2.10
Número de Protocolo '870240070706' em 19/08/2024 17:17 (WB)
27/08/2024
RPI 2799
Do mesmo titular
Da mesma categoria
Monitoramento de patentes
Receba alertas de despachos, decisões e vencimentos do INPI para o seu portfólio.