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Dado oficial do INPI

VIDRO SODO-CÁLCICO PRODUZIDO COM A UTILIZAÇÃO INTEGRAL DOS RESÍDUOS DE LAVRA E BENEFICIAMENTO DE ROCHAS ORNAMENTAIS (LBRO) E PROCESSO DE FABRICAÇÃO EM BAIXA TEMPERATURA DE VITRIFICAÇÃO COMO PROPOSTA DE DISPONIBILIZAÇÃO SUSTENTÁVEL DESTE RESÍDUO E REDUÇÃO DO IMPACTO AMBIENTAL

Arquivada/ExtintaPatente de Invenção

Dados do pedido

Patente de Invenção VIDRO SODO-CÁLCICO PRODUZIDO COM A UTILIZAÇÃO INTEGRAL DOS  RESÍDUOS DE LAVRA E BENEFICIAMENTO DE ROCHAS ORNAMENTAIS (LBRO) E PROCESSO DE FABRICAÇÃO EM BAIXA TEMPERATURA DE VITRIFICAÇÃO COMO PROPOSTA DE DISPONIBILIZAÇÃO SUSTENTÁVEL DESTE RESÍDUO E REDUÇÃO DO IMPACTO AMBIENTAL de FUNDAÇÃO DE AMPARO À PESQUISA E INOVAÇÃO DO ESPÍRITO SANTO — IPC C03C 3/06
Patente de Invenção VIDRO SODO-CÁLCICO PRODUZIDO COM A UTILIZAÇÃO INTEGRAL DOS RESÍDUOS DE LAVRA E BENEFICIAMENTO DE ROCHAS ORNAMENTAIS (LBRO) E PROCESSO DE FABRICAÇÃO EM BAIXA TEMPERATURA DE VITRIFICAÇÃO COMO PROPOSTA DE DISPONIBILIZAÇÃO SUSTENTÁVEL DESTE RESÍDUO E REDUÇÃO DO IMPACTO AMBIENTAL de FUNDAÇÃO DE AMPARO À PESQUISA E INOVAÇÃO DO ESPÍRITO SANTO — IPC C03C 3/06. Figura publicada pelo INPI na Revista da Propriedade Industrial.

Número

102019014877

Tipo

Patente de Invenção

Depósito

18/07/2019

Publicação

26/01/2021

Andamento no INPI

  1. Depósito18/07/19
  2. Publicação26/01/21
  3. Arquivado
  4. Deferimento
  5. Concessão
  6. Em vigor

Pedido arquivado por falta de pagamento das anuidades (art. 86 da LPI). A tecnologia está em domínio público no Brasil.

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Última movimentação publicada pelo INPI: 29/11/2022. Atualizamos a cada nova RPI, publicada semanalmente.

Depositantes e inventores

Depositantes

FUNDAÇÃO DE AMPARO À PESQUISA E INOVAÇÃO DO ESPÍRITO SANTO

ES, BR

G. F. (pessoa física)

ES, BR

I. B. (pessoa física)

ES, BR

O. A. (pessoa física)

ES, BR

U. C. (pessoa física)

ES, BR

U. S. (pessoa física)

ES, BR

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Inventores

E. N. (pessoa física)

BR

G. F. (pessoa física)

BR

H. S. (pessoa física)

BR

I. B. (pessoa física)

BR

L. D. (pessoa física)

BR

O. A. (pessoa física)

BR

R. S. (pessoa física)

BR

Dados técnicos

Classificação IPC

Resumo técnico

O beneficiamento de rochas ornamentais gera em torno de 3,26 milhões toneladas de resíduos processados no Brasil. É possível observar que estes resíduos, muitas vezes, são estocados em locais a céu aberto, aterros, lançados em rios ou lagoas de decantação, sem receber nenhum tipo de tratamento prévio, o que acarreta diversos problemas sociais, ambientais e econômicos. Os resíduos sólidos gerados no beneficiamento destas rochas apresentam elevado potencial de reciclagem como matéria prima para fabricação de vidros, devido à presença de alguns óxidos em sua composição como Al2O3, K2O, CaO, Na2O, MgO e o SiO2, principal óxido formador de rede vítrea. A utilização dos resíduos de rochas ornamentais como matéria prima para fabricação de vidro proporciona destinação final adequada ao resíduo, agrega valor ao mesmo e interrompe o uso de matérias primas naturais e não renováveis no processo, como é o caso da areia, fonte de sílica utilizada na produção convencional de vidros. Assim, foi obtido o vidro exclusivamente com resíduos provenientes do beneficiamento de rochas ornamentais, ou seja, sem a adição de areia ? premissa inovadora no gerenciamento deste resíduo. Para isso foram coletadas amostras do resíduo do beneficiamento de rochas ornamentais e de lavra, que foram submetidas a análises de raio X por fluorescência (FRX), a qual permitiu identificar a porcentagem de cada componente presente nos materiais e assim ajustar a composição para fusão em baixa temperatura. Foi elaborada uma mistura para produção dos vidros, contendo lama abrasiva coletada em diversas profundidades de ate 10 metros. O teor de SiO2 foi enriquecido com quartzito que apresentou 94% do óxido em sua composição, ambos resíduos proveniente de uma central de tratamento. A mistura para a produção do vidro foi baseada na composição do vidro comum, sodo-cálcico. A temperatura máxima utilizada no processo de vitrificação foi de 1200ºC, isso mediante a adição de fundentes obtidos do beneficiamento de rochas calcárias como CaCO3, K2CO3 e Na2CO3, que proporcionaram a vitrificação em menor temperatura quando comparada à de vidros convencionais. Foi possível verificar a vitrificação completa do material nas duas formulações. Os resultados do raio X por difração (DRX), FRX, varredura de superfície e dureza para os vidros produzidos evidenciaram características similares ao padrão do vidro comum, o que demonstrou a viabilidade técnica de produção de vidros a partir da utilização exclusiva de resíduos do beneficiamento de rochas ornamentais. A análise de densidade evidenciou que o vidro produzido apresentou 2,71 g/cm3, enquanto a análise de dureza, nas condições de 5 cm de espessura foi de 42 kg, e a resistência hidrolítica baixa. Demais análises e comparações com os vidros tradicionais, bem como variações dos vidros produzidos com os resíduos de rochas e testes de temperatura de fusão estão sendo realizadas

Histórico de despachos

Publicações na Revista da Propriedade Industrial (RPI).

Arquivamento definitivo por descumprimento

#8.11

Em virtude do arquivamento publicado na RPI 2692 de 09-08-2022 e considerando ausência de manifestação dentro dos prazos legais, informo que cabe ser mantido o arquivamento do pedido de patente, conforme o disposto no artigo 12, da resolução 113/2013.

29/11/2022

RPI 2708

Arquivamento por falta de pagamento

#8.6

Referente à 3ª anuidade.

09/08/2022

RPI 2692

Publicação do pedido de patente

#3.1

26/01/2021

RPI 2612

Pedido de patente depositado

#2.1

17/12/2019

RPI 2554

Exigência - art. 21 da LPI

#2.5

10/12/2019

RPI 2553

Exigência - art. 21 da LPI

#2.5

22/10/2019

RPI 2546

Exigência - art. 21 da LPI

#2.5

01/10/2019

RPI 2543

Requerimento de pedido de patente

#2.10

Número de Protocolo '870190068332' em 18/07/2019 20:33 (WB)

30/07/2019

RPI 2534

Monitoramento de patentes

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