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Dado oficial do INPI

SEQUÊNCIAS DA REGIÃO VARIÁVEL DE ANTICORPO MONOCLONAL QUE RECONHECE CEPA PATOGÊNICA DE ACANTHAMOEBA E MÉTODOS DE USO

PublicadaPatente de Invenção

Dados do pedido

Patente de Invenção SEQUÊNCIAS DA REGIÃO VARIÁVEL DE ANTICORPO MONOCLONAL QUE RECONHECE CEPA PATOGÊNICA DE ACANTHAMOEBA E MÉTODOS DE USO — IPC C07K 16/20
Patente de Invenção SEQUÊNCIAS DA REGIÃO VARIÁVEL DE ANTICORPO MONOCLONAL QUE RECONHECE CEPA PATOGÊNICA DE ACANTHAMOEBA E MÉTODOS DE USO — IPC C07K 16/20. Figura publicada pelo INPI na Revista da Propriedade Industrial.

Número

102017026063

Tipo

Patente de Invenção

Depósito

04/12/2017

Publicação

25/06/2019

Andamento no INPI

  1. Depósito04/12/17
  2. Publicação25/06/19
  3. Exame
  4. Deferimento
  5. Concessão
  6. Em vigor

Pedido publicado na RPI em 25/06/2019 e já visível a qualquer interessado. Segue para o exame técnico do INPI.

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Última movimentação publicada pelo INPI: 25/06/2019. Atualizamos a cada nova RPI, publicada semanalmente.

Depositantes e inventores

Depositantes

U. P. (pessoa física)

PR, BR

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Inventores

A. F. (pessoa física)

BR

J. M. (pessoa física)

BR

L. A. (pessoa física)

BR

M. L. (pessoa física)

BR

Dados técnicos

Classificação IPC

Resumo técnico

SEQUÊNCIAS DA REGIÃO VARIÁVEL DE ANTICORPO MONOCLONAL QUE RECONHECE CEPA PATOGÊNICA DE Acanthamoeba E MÉTODOS DE USO. Antígenos de Acanthamoeba foram empregados como imunógenos para a produção de um anticorpo monoclonal específico, mAb3, com capacidade de reconhecer componentes moleculares presentes em trofozoítos de Acanthamoeba com potencial patogênico. O anticorpo monoclonal mAb3 teve a sequência das regiões variáveis de cadeia leve (VL) e cadeia pesada (VL) determinada e, foi empregado no seu formato original em diferentes ensaios imunoquímicos como ELISA, Western blotting e citometria de fluxo, na presença de antígenos solúveis ou trofozoítos de diferentes isolados de Acanthamoeba. Em todos os formatos avaliados o mAb3, foi capaz de reconhecer e detectar antígenos específicos de Acanthamoeba demonstrando seu potencial para ser empregado no diagnóstico da ceratite amebiana, considerando que não apresentou reatividade cruzada com antígenos de Fusarium sp., Candida sp. e Aspergillus sp. que também são patógenos causadores de ceratite.

Histórico de despachos

Publicações na Revista da Propriedade Industrial (RPI).

Publicação do pedido de patente

#3.1

25/06/2019

RPI 2529

Pedido de patente depositado

#2.1

19/06/2018

RPI 2476

Exigência - art. 21 da LPI

#2.5

29/05/2018

RPI 2473

Requerimento de pedido de patente

#2.10

Número de Protocolo '870170093986' em 04/12/2017 14:11 (WB)

02/01/2018

RPI 2452

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