Concessão da patente
#16.1
20 (vinte) anos contados a partir de 12/06/2013, observadas as condições legais
10/08/2021
RPI 2640
Dados do pedido
Número
102013014620Tipo
Depósito
Publicação
Patente concedida em 10/08/2021 e em vigor até 12/06/2033. Até lá, ninguém pode fabricar, usar ou vender a invenção no Brasil sem autorização do titular.
Proteção válida até:12/06/2033
Última movimentação publicada pelo INPI: 10/08/2021. Atualizamos a cada nova RPI, publicada semanalmente.
Depositantes
MOOMI SOLUÇÕES AMBIENTAIS S.A.
SP, BR
PLANEJ PROJETOS E CONSTRUÇÕES LTDA
SP, BR
STRAU TECNOLOGIAS AMBIENTAIS LTDA
SP, BR
Inventores
R. M. (pessoa física)
UY
Classificação IPC
Resumo técnico
PROCESSO DE GERAÇÃO DE ÁGUA NO ESTADO SUPERCRÍTICO COM MENOR CONSUMO ENÉRGITICO ATRAVÉS DE ULTRASSOM composto pela formação de uma bolha no ciclo de cavitação onde utilizam dois transdutores em dois extremos e que os mesmos geram sobre o fluído uma pressão mecânica. Esta onda de pressão sobre o fuído gera dilatação, onde podemos denominar de zonas de alta e baixa pressão, que forma a evaporação gerando uma bolha. Esta bolha começa a crescer até chegar a um tamanho no qual coincide em ressonância com a vibração que está aplicando até estourar. O processo consiste em provocar o atraso de estouro da bolha, isto levará em sua conservação e também se cria novas bolhas com o qual o fluído terá mais bolhas que de maneira convencional. Para esta obtenção, o que se faz é variar a frequência de aplicação ao fluído na faixa de 20% em média. Com isso o que ocorrerá é que a bolha em vez de estourar mudará de tamanho e por sua vez, no fluído se agregarão novas bolhas. Outra condição necessária para gerar uma camada de água supercrítica em fluído, é o estouro uniforme das bolhas, já que no método convencional estouram em forma aleatória gerando os princípios antes mencionados em forma pontual. Uma vez passado uns três segundos de geração de bolhas, interpondo um sinal igual, porém de frequência média na variação dada com a qual as bolhas chegarão a um tamanho as quais estourarão todas juntas gerando-se o fenômeno de água supercrítica. Isto se faz a quantidade de vezes até alcançar entre 12 e 15 minutos de submissão a mesma capa de fluído a uma pressão e temperatura maior ou igual a água supercrítica. Dado que o estouro se faz em 1 segundo, necessitamos submeter o fluído entre 700 e 800 vezes para estourar as bolhas.
Publicações na Revista da Propriedade Industrial (RPI).
#16.1
20 (vinte) anos contados a partir de 12/06/2013, observadas as condições legais
10/08/2021
RPI 2640
#9.1
15/06/2021
RPI 2632
#6.1
23/02/2021
RPI 2616
#6.22
21/07/2020
RPI 2585
#25.4
08/10/2019
RPI 2544
Anulada a publicação código 6.6.1 na RPI nº 2462 de 13/03/2018 por ter sido indevida.
20/03/2018
RPI 2463
#6.6.1
13/03/2018
RPI 2462
#6.6.1
06/03/2018
RPI 2461
#25.1
03/10/2017
RPI 2439
#3.1
06/12/2016
RPI 2396
#2.1
27/09/2016
RPI 2386
#2.5
25/08/2015
RPI 2329
#2.5
21/10/2014
RPI 2285
#2.10
Número de Protocolo 18130019471 em 12/06/2013 10:39(SP).
14/10/2014
RPI 2284
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