Arquivamento definitivo - Art. 33 da LPI
#11.1.1
02/08/2016
RPI 2378
Dados do pedido
Número
102013005377Tipo
Depósito
Publicação
Pedido arquivado: o exame técnico não foi requerido nos 36 meses seguintes ao depósito de 06/03/2013, prazo do art. 33 da LPI. A tecnologia está em domínio público no Brasil.
Falar com um especialistaÚltima movimentação publicada pelo INPI: 02/08/2016. Atualizamos a cada nova RPI, publicada semanalmente.
Depositantes
A. M. (pessoa física)
SP, BR
Inventores
A. M. (pessoa física)
BR
Classificação IPC
Resumo técnico
USINA HIDRELÉTRICA SEM BARRAGEM, com a possibilidade de se obter a produção e energia que desejar, substituindo as BARRAGENS por VALAS abertas rias margens dos RIOS, LAGOS, REPRESAS e nas ENCOSTAS DO MAR(oceanos), como mostra oexemplo da figura na folha 02, anexa./ Essas VALAS terão profundidade, largurae éxtensão, de acordo com o projeto ela quebrado. Essas VALAS serão revestidas por forte estrutura de concreto armado. Dentro delas , serão colocadas as turbinas(se a necessidade de energia for pequena, poderá instalar apenas urna turbina) .As águas que acionarão as turbinas, serão captadas através de canais de concreto abertos, das valas ao leito dos rio, lago/ ou mar, ou a captação será através de TUBOS ligando às turbinas ao leito do rio, do mar, lago ou represa. Na boca do TUBO, além do dispositivo de sucção, da hélice de attação/ da água, será colocado também, gradê de metal, com peneira para evitar a entrada de peixes e detritos. Se o volume de água for pequeno,usar - se - á o processo da motocontínua, que pega a águaque sai da turbina e a remete por um TUBO DE 1 RETORNO, o qual, lança a água pressurizada no TUBO de captação, que volta juntamente com as águas deste, para acionar novamente a TURBINA, que volta a repetir a mesma ação. Quando a pressão interna atingir o limite máximo, a boca 1- do TUBO DE CAPTAÇÃO se fecha, nele, só entrando a água do TUBO DE RETORNO. Assim, fica completado o processo da MOTO CONTINUA. Água que vem pelo tubo de captação, é desviada por outro tubo, ligado pouco acima, ao tubo de captação, para outra TURBINA, se houver. De uma vai passando. para a outra, embora, para caa~ turbina, poderá colocar um TUBO para a 1 captação da água do rio e, etc. Qúando não houver mais turbi~nas para serem abastecidas, as águas poderão voltar para o seu leito de origem ou,desvia das para irrigação de áreas produtivas ou abastecimento de sistemas e formação de lagos. Com esse processo, poderá, ainda, multiplicar a produção 1 de energia hidrelétrica já existente, com o REAPROVEITAMENTO d'águas lançadas pelas TURBINAS em funcionamento.Quando as águas caem das turbinas, uma rede de TUBOS capta as mesmas e as conduzem âs TURBINAS da NOVA REDE instalada 1 conforme mostram as figuras das folhas 3, 4 e 5. NO mesmo processo, outras REDES DE TURBINAS poderio ser sequencialmente instaladas. Assim, com urna só BARRAGEM (já instalada), com unia só represa e, de forma rápida, econômica e segura, poder-se multiplicar o volume de PRODUÇAO ENERGÉTICA FORNECIDA nomomento
Publicações na Revista da Propriedade Industrial (RPI).
#11.1.1
02/08/2016
RPI 2378
#11.1
03/05/2016
RPI 2365
#3.1
25/08/2015
RPI 2329
#2.1
31/12/2013
RPI 2243
#2.10
Número de Protocolo 18130007149 em 06/03/2013 03:17(SP).
24/04/2013
RPI 2207
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