Arquivamento definitivo - Art. 33 da LPI
#11.1.1
19/07/2016
RPI 2376
Dados do pedido
Número
102012028602Tipo
Depósito
Publicação
Pedido arquivado: o exame técnico não foi requerido nos 36 meses seguintes ao depósito de 08/11/2012, prazo do art. 33 da LPI. A tecnologia está em domínio público no Brasil.
Falar com um especialistaÚltima movimentação publicada pelo INPI: 19/07/2016. Atualizamos a cada nova RPI, publicada semanalmente.
Depositantes
J. T. (pessoa física)
SP, BR
Inventores
J. T. (pessoa física)
BR
Classificação IPC
Resumo técnico
APERFEIÇOAMENTO INTRODUZIDO EM PINO-REI-REI CONFIGURANDO UM SENSOR DINAMOMETRICO, compreendido por um corpo principal formado a partir de uma flange dotada de diversos furos passantes de fixação, sendo que sua secção central projeta um segmento cilíndrico que tem seu diâmetro abruptamente reduzido, formando um canal acoplador que superiormente detém um anel de travamento configurando um pino-rei acoplador, caracterizado pelo segmento cilíndrico ser provido de furos transversais cegos dispostos a 1800, formando rebaixos acondicionadores que recebem sensores, onde a célula de carga/dinamômetro esta formada, a partir da tensão de alimentação (ei) que está em paralelo com o resistor (Rirs), de um terminal do parelelo (ei e Rirs) liga a um resistor (Rss) que tem em seu outro terminal ligado o terminal de um resistor interno ao pino-rei acoplador dinamométrico (Rmc) que tem seu outro terminal com duas ligações: uma ao extensômetro (strain gage) (2), e outra ao extensômetro (strain gage) (1) e deste liga a outro resistor interno ao pino-rei acoplador dinamométrico (Rgc), do outro terminal deste resistor (Rgc) temos duas ligações: uma é ligada a um terminal de saída (eo), a segunda liga a outro extensômetro (strain gage) (3), e o outro terminal deste extensômetro (strain gage).(3) tem outras duas ligações: uma ao resistor interno ao pino- rei acoplador dinamométrico (Rmc), do outro terminal deste resistor (Rmc) liga ao outro terminal do paralelo (ei e Rirs), a outra ligação deste terminal do extensômetro (strain gage) (3) é ligado em outro resistor (Rbal) e este tem ligado à seu outro terminal um extensômetro (strain gage) (4), o outro terminal deste extensômetro (strain gage) (4) temos duas ligações: a primeira é ligada ao outo terminal de saida (eo) e a segunda ligação é ao outro terminal do extensômetro (strain gage) (2), sendo que os cabos de a1imentação e saída de sinal são inseridos em furos passantes oblíquos dispostos nas arestas dos fundos dos furos, os ditos furos passantes oblíquos convergem para ao secção central da flange configurando um furo elíptico, sendo que sobre os sensores é aplicado uma resina vedante nquanto os furos transversais cegos recebem tampões formando um pino-rei acoplador dinamométrico.
Publicações na Revista da Propriedade Industrial (RPI).
#11.1.1
19/07/2016
RPI 2376
#11.1
22/03/2016
RPI 2359
#3.1
03/11/2015
RPI 2339
#2.1
27/01/2015
RPI 2299
#2.5
06/08/2013
RPI 2222
#2.10
Número de Protocolo 18120041483 em 08/11/2012 02:44(SP).
26/12/2012
RPI 2190
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